Mostrando postagens com marcador anal giratório. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador anal giratório. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

De Posições Curiosas

Eu me toquei (haha) do fato de não trazer, há algum tempo, postagens de caráter puramente informativo e/ou elucidador. Embora, verdade, eu tenha aqui exposto várias práticas humanas, geralmente são coisas rotineiras, como etiqueta, trânsito, bonecas infláveis. É basicamente como ficar numa praia, de plantão, berrando “olha o mar, pessoal! Olha o mar!”. As diferenças são só duas: com o número mensal de visitas a este blog, o grito está mais para o sussurro de um tímido com amigdalite, e eu gosto de pensar que estou adicionando “ele tem peixes, corais, plânctons...”, muito embora o complemento esteja, na realidade mais para “e é meio molhado”. De qualquer forma, eu quase nunca investigo as práticas menos conhecidas das pessoas. Que é o que eu queria fazer hoje. E, como eu digo às garçonetes que me atendem em restaurantes finos: para começar, que tal sexo? Que é o que eu queria fazer hoje.

A saber: esta listagem está ordenada dos hábitos mais brandos ou comuns aos mais sórdidos e impopulares. Eu espero que exista essa correlação, por tudo que é mais sagrado. Alguns dos nomes estão em inglês, outros em japonês. Eu não tenho culpa se o povo daqui é muito certinho (ou não dá nomes divertidos para as práticas realizadas, o que deve ser o caso mais provável). O que pôde ser traduzido sem nenhuma perda de significado foi.

Soggy Biscuit - Algo como “biscoito molhadinho”. Como eu mencionei, estou começando das mais comuns, então isso é aquilo que você já fez (ou ainda faz, se tem de onze a quarenta e sete anos) com os colegas num domingo entediante: vocês se juntam ao redor de um biscoito ou bolinho e batem uma (cada um). Quem chegar primeiro sai da roda. Quem chegar por último come o biscoito ou bolinho. Eu não consigo imaginar coisa de sucesso pior, especialmente porque homens se masturbando em volta de um Bono não chega a ser uma cena considerada excitante. Menos ainda se for o vocalista do U2 em vez do biscoito. O prospecto de talvez chegar a ter que comer o produto da brincadeira também não parece pura lascívia. Volte duas sentenças, depois continue desta. Sei não, pra mim o resultado prático da brincadeira seria um monte de marmanjos esfregando seus pintos murchos. Boa sorte pra dormir hoje à noite, aliás, com essa imagem mental. Se você realmente não quiser ficar com ela, continue lendo porque certamente as piores, a seguir, cuidarão de suplantá-la. E, aliás, falando em pintos murchos,

Turkey Slap - Essa é a famosa “surra de pau mole”. Geralmente é reservada àquelas mulheres confiantes que se acham tesudíssimas. A vingança mais doce que se pode exercer em uma dessas (ALTAMENTE DISCUTÍVEL) é surrá-la com um pênis flácido, mostrando total desinteresse sexual, hostilidade tremenda e uma péssima compreensão da teoria de artes marciais que separa “armas viáveis” de “pontos vulneráveis”. Mas, deve ser dito, nem sempre o genital masculino precisa estar flácido. Exemplos um e dois. Imagens altamente desagradáveis, meus amores, estejam avisados.

Bukkake - Mais ou menos a mesma coisa que o biscoitinho, só que nesse caso, o biscoito é uma mulher. Eu não sei se isso chega a ser mais ou menos nojento. Por um lado, mesmo que seja uma mulher altamente degradada, pelo menos agora tem uma mulher na parada. Por outro, para a mulher não deve ser bom. Se bem que também não deve ter sido bom para o biscoitinho. É confuso. Vamos deixar assim: se a mulher em questão tiver mais gordura trans que o Passatempo, aí é sem dúvida bem mais nojento.

Eletroestimulação erótica - Choque elétrico. No cu. No pinto. Na xana. Sério.

Dirty Sanchez - Pare de ler caso ainda não tenha jantado. Ou, melhor ainda, eu vou usar eufemismos: imagine um trem entrando num túnel. Que é estreito, apertado e cheio de... hã... carvão. Depois o trem sai e a montanha se vira para que ele entre pelo outro lado do túnel. Como é apertado e o trem está todo sujo de carvão por causa de suas incursões do outro lado, parte desse carvão fica depositado ao redor da entrada, formando algo como um bigode na montanha. Sujo. Tipo o que mexicanos usam. Daí “Dirty Sanchez”. Adorável, não?

Donkey Punch - Tem um desenho. Olhe bem. O que vem à sua cabeça, além de “parece justo” ou "essa mulher devia depilar as axilas"? Para dar crédito ao sacana, tem uma teoria em volta dessa prática. A idéia é que, dando um belo de um soco na nuca no ser que está depositado à sua virilha, você vai tensionar seus músculos de forma espasmódica, aumentando o prazer da relação. Sei não. Eu já tomei uns socos (não desse jeito!) e nunca tive espasmos por conta deles. Além disso, se você é o tipo de pessoa que curte uns sopapos eu não sugeriria fazer sexo, mas tomar aulas de boxe ou gritar “eu adoro Nx Zero!” num baile funk.

Angry Dragon - Esse é mais curioso que nojento. E um pouco mais cruel que o anterior, também, porque não tem nenhuma desculpa que prometa tornar o ato prazeiroso para o/a receptor(a). Funciona assim: você se oferece como microfone até personificar a fonte do Ibirapuera. Quando o indivíduo de aparente péssimo filtro sexual para parceiros, cheio de boa vontade, receber seu presentinho, você pluga a garganta dele com seu instrumento ou soca-lhe a boa e velha porrada na nuca. O resultado vai ser o mesmo: tosse e um tanto de coisas que faziam parte de você até alguns momentos atrás sendo expelido via nasal. Isso é como bigodes de dragão chinês ou labaredas de dragões ocidentais. Explicado o “Dragon”, você pode facilmente deduzir de onde vem a parte do “Angry”, não pode?

Romantismo - ???

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Ferrets Get Hit

Bob adorava paquerar no supermercado. Especialmente em filas. O segredo era deixar a fila andar um pouco, chegar junto à vítima bem perto do caixa, para que ela ficasse relutante em abandonar a posição privilegiada em que se encontrava apenas para evitá-lo.

- Oi.
- Oi.
- Eu vi que você está comprando ovos.
- É...
- Isso é um problema.
- Colesterol, né?
- Não, não. É que eu não posso basear uma cantada de duplo sentido em ovos. Seria nojenta.
- Realmente...
- Você não quer comprar um chocolate desses aqui, não? Aí eu posso...
- O que? Dizer que eu sou uma doçura?
- Depende. Você é meio branquela demais pra eu cantar Marrom Bombom, então eu teria que pensar em alguma coisa.
- A gente não pode pular umas partes, não? Essa parte da cantada é um tédio. Muito repetitivo.
- Concordo. Quer pular pra que parte? Eu moro a cinco quarteirões daqui...
- Não, não. A gente pula essa parte também.
- A gente pula o fim?
- Não é o fim. É mais uma etapa do meu processo de julgamento.
- Bom... verdade.
- Então diz aí: quão bom de cama você é?
- Quão bom de cama? Poxa, difícil dizer assim, na bucha.
- Não é, não. Desembucha aí.
- Bom... eu não vou dizer que são ótimo, não sou tão arrogante...
- Ponto positivo, já. Viu só?
- Nem vou dizer que sou ruim, não tenho problemas de auto-estima...
- Muito bom. O que mais?
- Bom... aí eu teria que entrar nos específicos, e tem crianças aqui.
- Elas vão aprender um dia.
- Eu sei, quero que as crianças se lixem. Mas o pai daquele ali, o cara grandão que está olhando feio, está me convencendo a ficar quieto.
- Bom, se quiser ficar quieto, fique.
- Não, não. Eu posso fazer isso. Veja bem... eu não sou o Ryu.
- Hein?
- Eu não sou aquele cara que todo mundo escolhe logo de cara, eu não sou o principal.
- Você não é quem?
- Ryu. Também não sou o Ken, que é a mesma coisa só que mais apresentável. Na verdade talvez eu seja menos.
- Ken? Ken da Barbie?
- Não, Street Fighter. Eu não sei soltar magia, sabe?
- Magia?
- Não, não. Tõ querendo dizer que meu negócio é mais voadora e rasteira, voadora e rasteira.
- Hein? Você é doido?
- É. Dá pra te levar a nocaute, mas mais no básico.
- Eu vou embora daqui. Você é um nerd louco.
- Também não sou tão habilidoso com as mãos quanto o E. Honda. E muito menos com os pés, tipo a Chun Li. Não berro feito o Blanka, meus membros não são tão grandes quanto os do Dhalsim... Acho que também não sou o Zangief.
- Senhor, são 27,95.
- Lógico que eu sou um pouco peludo e meio desajeitado, e até tendo a dar uns bons agarrões, mas nenhum especial. Não sou muito de agarrar por trás. Pilão giratório, então, seria um desastre.
- Senhor?
- Então vai ver eu sou o Guile. Só sobrou o Guile. Ele não é o favorito da galera, tem lá seus golpes especiais, embora ninguém saiba direito o nome deles...
- Senhor, o senhor vai comprar ou não? Tem mais gente na fila...
- Cala a boca, moleque, senão eu te passo um facão! Deixa eu ver onde eu estava... Eu não gostaria de ser interpretado pelo Van Damme, mas até aí eu acho que o Guile também não gostou. Deixa eu ver... eu pego mulher no esquema de jogar um negócio e agarrar quando ela tentar se defender. Ou então chego perto e dou soco fraco, chute fraco, rasteira fraca, soco forte e jogo o negocinho. Rola um Faltality? Dá pra rolar um Fatality! Eu pego a mulher e jogo ela nos espetos. Ou arranco a cabeça dela! Hahaha! É, eu arranquei a cabeça dela, agora! Eu arranquei o crânio dela com a espinha! Hahahaha!

Bob demorou um pouco pra se livrar das confissões públicas de estupro e assassinato, mas depois de algum aconselhamento psiquiátrico ele está sendo solto amanhã. E pediu pra eu postar isto aqui pra ver se alguma de vocês se interessa por ele. Pediu também para eu acrescentar que ele não liga se alguma de vocês o pegar tonto, depois de três cervejas ou socos fortes seguidos.